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Notícia: Coragem! Toda empresa acerta e erra; aprenda a gerenciar sucessos e fracassos

30/05/12 02:34

Notícia: Coragem! Toda empresa acerta e erra; aprenda a gerenciar sucessos e fracassos
Empreender é ter coragem de jogar toda a sua vida e suas economias num projeto que acredite.

Hoje 08:08

Empreender é ter coragem de jogar toda a sua vida e suas economias num projeto que acredite com tal intensidade que venha a descobrir ao longo de sua trajetória, muito antes do que imaginava, o quanto perdeu de tempo e dinheiro ao deixar que seu talento fosse aproveitado para gerar valor para terceiros.

Todos nós somos profissionalmente talhados para empreender.

Cada vez mais somos multifuncionais e agregamos valor todos os dias a cada decisão que tomamos. Para no fim do mês, recebermos um holerite fixo, muitas vezes já corroído pela inflação, alguns tapinhas nas costas e acompanharmos, à distância, os altos escalões da organização contabilizar os ganhos que ajudamos a gerar.

Empreender por conta própria exige muito mais do que o capital inicial. Exige coragem para se jogar num mundo no qual temos que nos antecipar às tendências e nos preparar para ajustar às expectativas do nosso nicho de mercado. Daí o medo e a insegurança, que nos fazem acomodar e sonhar com um emprego vitalício.

É possível tentar trabalhar ao longo de 35 anos numa mesma empresa e ser mais ou menos realizado pessoal e profissionalmente. A energia que você terá que usar para gerenciar as políticas internas, superar as pequenas maldades e as incorporações que a empresa fará ou se submeterá será imensa.

Todo esforço pode, de repente, ser em vão, pois você pode ser informado que se tornou redundante; a empresa pode falir ou o estresse continuado comprometer cronicamente seu coração e o invalidar para a função definitivamente.

O que o leva para nosso primeiro parágrafo e o fará se jogar com todo seu talento e ousadia no novo empreendimento com a esperança de conseguir, depois de algumas décadas, colher frutos que garantirão sua velhice e ainda sobrar alguma coisinha para deixar de herança.

Qual caminho seguir? O de empreendedor, é claro.

A NeoEmpresa

Para trás você deixará as ordens burras que emergem de ideias defasadas. E ainda terá a compensação de estar no centro das decisões e os altos e baixos do empreendimento, mesmo no início, se tornarão o mapa do tesouro da acumulação de alguns bens, por certo. Mas principalmente terá a oportunidade de imprimir seu estilo e princípios aos negócios que liderar.

Ao se tornar um empreendedor de verdade a primeira ficha que cai é que não existem sucessos ou fracassos permanentes. E que numa hipótese ou outra, de se dar bem ou mal, é uma questão de acumular pequenas vitórias (ou pequenos fracassos) todos os dias.

Quando se jogar de cabeça no empreendimento ao qual agregará sua alma e DNA você será o construtor da NeoEmpresa, anunciada por Cesar Souza no livro “A NeoEmpresa”, da EditoraIntegrare Business, que nos diz: “Os princípios e as ferramentas de gestão do management contemporâneo foram criados para um ambiente corporativo que ficou no passado”.

O NeoEmpreendedor tem agora, diz Cesar Souza, que equacionar novos tipos de clientes e as novas aspirações e valores agregados à empresa pelas pessoas que nela trabalham.
Sem deixar de fora de suas preocupações estratégicas as interferências cada vez mais diretas dos acionistas, parceiros, distribuidores, comunidades, formadores de opinião e órgãos regulatórios.

Se está pensando em desistir de ser empreendedor e apelar para o holerite eterno enquanto dure, imagina a empresa tradicional que terá que disputar mercado nesse NeoAmbiente. É pouco provável que sobreviva e que possa garantir seu emprego por muito tempo.

De volta ao seu empreendimento e ao nosso primeiro parágrafo, há que se levar em consideração algumas atitudes necessárias para sustentar a sua coragem inicial de ter se jogado neste maravilhoso mundo novo, em que seu talento pode e será usado a seu favor.

O feijão e a panela de pressão

Na internet existem centenas de receitas para conseguir um feijão saboroso, que o empreendedor pode ler como um plano de negócios. É possível cozinhar o feijão numa panela simples. Ou acelerar seu cozimento, com a mesma consistência e sabor final, numa panela de pressão.

Se você está abrindo uma empresa hoje, tente optar sempre que possível pela analogia da panela de pressão. Porque para acumular pequenas vitórias todos os dias basta que você entregue o seu feijão bem cozido e temperado minutos antes da concorrência.

Mas para criar um ambiente em que as pessoas se sintam comprometidas a entregar resultados de qualidade antes da concorrência você tem que se jogar com tudo na fervura e ser o primeiro a acionar a tampa da panela de pressão.

Toda a sua cadeia produtiva, dentro e fora da empresa, o transformará, você queira ou não, nos seus “pacemakers”, que são aqueles corredores que ajudam na largada das maratonas para aumentar o rendimento dos demais atletas.

Mas não se empolgue demais com a analogia da panela de pressão porque tensionar os ambientes empresariais exige sabedoria. Pois cada vez mais ficam para trás as palavras de ordem, os gritos histéricos e a pressão por metas. Que podem se transformar, com razão, em processos de assédio moral.

Mas é possível ao se assumir como o “pacemaker” de seu empreendimento que você contagie os demais, em todos os escalões e em toda a rede produtiva, com sua entrega incondicional ao negócio.

Seja para buscar maneiras de implementar novas ideias ou para interromper apostas que não se pagam mais e que precisam de alguém como você para deixar claro que é hora de mudar de rumo.

E se der tudo errado?

Apesar de ninguém te contar, toda empresa dá certo e dá errado todos os dias. Se você não aprender a perceber e a gerenciar o que dá de errado, no exato momento em que tais situações saltam à vista, os erros se proliferarão e em poucos anos sua empresa constará dos CNPJ que foram dados baixa na Junta Comercial.

Do mesmo jeito, os acertos são pequenos fogos fátuos que não se repetem espontaneamente. Precisam ser percebidos, estimulados e cuidados. E exigem, tanto quanto os erros, um gerenciamento permanente e pró-ativo.

É da somatória vetorial dos erros e dos acertos que você traçará o caminho de sua NeoEmpresa. Com muita dedicação mas também com muita satisfação pois estará agregando valores materiais e espirituais aos empreendimentos que aprenderá com o tempo a manter na superfície do mundo dos negócios.

Fonte: Uol

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